Profissionais apostam no setor de tecnologia para transição de carreira. Entenda
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Profissionais apostam no setor de tecnologia para transição de carreira. Entenda

Pesquisa Digital Skills mostra que seis a cada 10 profissionais digitais acabam passando por uma transição de carreira

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É cada vez mais comum ver profissionais que estão em transição de carreira. Os motivos vão desde a insatisfação com a área de formação, à escassez de vagas e até mesmo pela vontade de garantir um lugar no mercado das profissões do futuro.

A tendência é evidenciada pelo relatório do World Economic Forum, que estima que, em 2022, 54% de todos os funcionários vão precisar de uma requalificação significativa. Além disso, a pesquisa mostra que, no Brasil, seis a cada 10 profissionais digitais não começaram a carreira atuando na função que ocupam hoje.

“Na maioria das vezes, a primeira escolha profissional acontece quando ainda se é muito jovem, e é comum amadurecer, conhecer outras possibilidades e querer mudar. Isso pode acontecer no meio do primeiro curso de graduação ou até mesmo após anos ou décadas atuando na área”, diz Tomás Ferrari, CEO e fundador da GeekHunter, startup de recrutamento especializada na contratação de profissionais de tecnologia.

Segundo ele, há dois formatos para passar por uma transição de carreira: o upskilling e o reskilling.

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Transição de carreira na prática

Segundo Leandro Herrera, CEO e fundador da Tera, a transição de carreira apresenta desafios reais, mas também é envolta de pré-conceitos. “A área de tecnologia não é uma coisa só. Isso porque, ela se ramifica em diversas atuações. Portanto, possa dizer que estamos caminhando para um mercado de profissões híbridas, em que a maioria das posições tem uma camada de conhecimento em tecnologia”, explica.

“Identificar quais dos ramos você tem mais afinidade, seja porque você já desenvolveu uma base ou não, é o primeiro passo. Se você já conta com um background, a realocação se torna mais simples. Por exemplo, no caso de um Designer Gráfico que procura se realocar para Product Design ou UX Design, já há uma base de conhecimento relevante para acessar de forma mais rápida o ramo de escolha”, detalha.

Em alguns casos, a transição de carreira pode ser ainda mais brusca, em razão da insatisfação com a valorização na antiga profissão. É o caso de Ana Laura Schaefer Fachini, de 24 anos, que também integra a startup Taric. Depois de trabalhar sete anos como professora de educação infantil, resolveu trocar a sala de aula pelos códigos de programação.

A motivação para a mudança veio com a frustração com a área na qual atuava, além de muito apoio de diversas pessoas próximas. Então, começou com cursos gratuitos e, em agosto de 2021, iniciou a graduação de Engenharia de Software.

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Sobre o Autor(a)
Jornalista, sonhadora e apaixonada por contar história de pessoas para pessoas. Além de ser extremamente curiosa, meu entretenimento é adquirir conhecimento. Atualmente sou graduada em jornalismo com inglês avançado e muitos sonhos, além de atuar, em tempo integral, em um plano infalível de me aperfeiçoar e crescer cada vez mais :)

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