Metaverso

Pesquisa aponta que metaverso deve movimentar  R$4 trilhões até 2024. Saiba mais

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A Meta já investiu mais de R$ 770 milhões para trabalharem dentro do novo ambiente virtual

Segundo uma pesquisa da Bloomberg Intelligence, o metaverso deve movimentar mais de R$ 4 trilhões até 2024, entre os segmentos de realidade aumentada, realidade virtual, games, cloud, entre outros.

Isso deve-se ao fato de o assunto sobre o metaverso entrar em alta após Mark Zuckerberg anunciar um novo nome para o Facebook, tornando-se Meta, em referência a esse universo tech paralelo. Além disso, a companhia chegou a investir mais de R$ 770 milhões e contratou mais de 10 mil novos profissionais para trabalharem dentro do novo ambiente virtual.

Outras empresas, como a Nvidia e a Microsoft, também entraram no metaverso. Em agosto, foi lançado o NVIDIA Omniverse, plataforma colaborativa de simulação para que designers, artistas e afins pudessem trabalhar juntos na construção do metaverso. Depois disso, a gigante da tecnologia criou o Mesh, que permite a realização de reuniões com hologramas, e também de avatares para o Teams.

Pesquisa aponta que metaverso deve movimentar  R$4 trilhões até 2024. (Imagem: Tingshu Wang/Reuters)

Empresas de diferentes segmentos já embarcaram no metaverso

Mas, outros segmentos também não ficaram para trás. A Nike, por exemplo, que é uma empresa de vestuário, criou a Nikeland, uma plataforma dentro do game Roblox. Em dezembro, chegou a adquirir uma startup especialista em NFTs de moda.

Dentro do mesmo segmento de vestuário, a grife de luxo Gucci vendeu a versão digital da bolsa Dionysus dentro do jogo Roblox por nada menos que R$ 21 mil, mais do que o custo do produto físico.

Até segmentos bancários também já aderiram ao metaverso. O Banco do Brasil, por exemplo, lançou uma experiência virtual no final do ano passado, através do servidor do jogo GTA. Lá, o gamer poderia abrir uma conta para seu personagem, além dele poder trabalhar como abastecedor de caixa.

Segundo estimado pela pesquisa, a expectativa é que o metaverso faça surgir novas profissões. Algumas delas podem se chamar Mental Coach, Revendedor de NFT, Proprietário de Terra Virtual, Corretor Virtual, Gerente de Coleções e Organizador de Eventos no metaverso.

Mas, como funciona o Metaverso?

O objetivo do metaverso é criar uma modalidade de internet tridimensional que permite interagir com avatares, além de recriar as interações do mundo real. Portanto, para integrar nesse mundo utópico será preciso o uso de tecnologias como realidade aumentada, criptomoedas e redes sociais.

Além disso, o objetivo é que os usuários possam trabalhar, realizar reuniões com amigos e colegas de trabalho, fazer compras, estudar e ter muitas outras experiências que antes só eram possíveis presencialmente.

E qual a relação dos NFTs com o metaverso?

No mundo virtual, os tokens não fungíveis (NFTs) são como uma prova de propriedade de itens digitais, que concede acesso a diferentes plataformas. Sendo assim, a partir dessa tecnologia, já é possível realizar diferentes transações no mundo virtual.

Mas, apesar da potencialidade de mudar as interações online, o metaverso servirá somente como um complemento para a internet, e não como um substituto. No entanto, a previsão, segundo a pesquisa, é que ele cresça conforme a tecnologia avance ainda mais e ganhe mais adeptos.

Para que a mudança tecnológica possa ocorrer, será preciso que mais gente tenha acesso a plataformas compatíveis, e que os sinais de internet sejam melhorados. Isso porque o 4G ainda não consegue ser capaz de lidar com o fluxo de dados desses tipos de interações.


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Sobre o Autor(a)
Jornalista, criadora de conteúdo e redatora desde 2011. Sou a mineira que veio do interior e que virou carioca por amor. Sempre antenada com o mundo ao meu redor e curiosa por natureza, já aterrissei em diversas editorias e segmentos da comunicação. Mas, a minha paixão mesmo é aquela boa mistura da tecnologia com a informação. Atualmente, pós-graduanda em Gestão Estratégica de Marketing Digital.

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