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O metaverso tem dono? Entenda quem está por trás dessa evolução da internet

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Assim como a internet de hoje, o metaverso será uma constelação de tecnologias, plataformas e produtos

O metaverso não é um produto único, como os aplicativos da Meta (Facebook, Instagram, Messenger e WhatsApp). Esse universo virtual também não é um sistema operacional como o Windows da Microsoft, ou um hardware, como o iPhone da Apple.

Isso porque, assim como a internet de hoje, o metaverso será uma constelação de tecnologias, plataformas e produtos. Portanto, esse universo virtual será construído, operado e gerido por somente uma empresa ou instituição. Serão necessárias várias empresas grandes e pequenas, a sociedade civil, o setor público e milhões de criadores individuais.

Além disso, esse universo virtual possibilita o crescimento de diversas áreas. Portanto, confira tudo o que está por trás da internet e dos projetos de metaverso.

Metaverso não tem dono, por não se tratar de um produto (Foto: Divulgação)

Possibilidades econômicas do metaverso

Portanto, as possibilidades econômicas são atraentes. A economia digital contribuiu com US$ 2,1 trilhões para o PIB dos EUA em 2019. Mesmo que o metaverso respondesse pelo equivalente a apenas 10% da economia digital dos EUA pré-pandemia, seria uma indústria de US$ 200 bilhões, empregando algo em torno de  770.000 pessoas.

Um estudo produzido para a Meta pela consultoria econômica independente Analysis Group estimou que a economia global do metaverso pode valer mais de US$ 3 trilhões globalmente em uma década.

Segurança digital

No entanto, para que as pessoas realmente queiram usar essas tecnologias, elas precisarão se sentir seguras. Empresas como a Meta têm muito trabalho a fazer tanto para construir a credibilidade do metaverso como uma ideia quanto para demonstrar às pessoas que estamos comprometidos em construí-lo de maneira responsável.

Para começar, precisamos explicar da melhor forma possível qual é a nossa visão para essas tecnologias e os desafios que acreditamos que precisarão ser considerados à medida que ela se desenvolve. Isso significa ser aberto e transparente sobre o trabalho que estamos fazendo e as escolhas e compensações inerentes a ele.

E, ainda, deixar claro que nossa intenção não é desenvolver essas tecnologias por conta própria, mas fazer parte de um movimento tecnológico mais amplo.

Fundamentos: hardware, protocolos e padrões

Os alicerces do edifício incluem o hardware (telefones, fones de ouvido de realidade virtual, óculos de realidade aumentada, etc) e os protocolos e padrões técnicos que garantem que várias tecnologias possam interagir ou serem “interoperáveis” no jargão tecnológico.

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Térreo: plataformas e redes

O piso térreo do metaverso será construído em cima desses protocolos e padrões interoperáveis. Essa é a camada intermediária onde plataformas, instituições e outras redes vão criar o universo de produtos que compõem os mundos 3D do metaverso.

Primeiro andar: experiências

O primeiro andar do metaverso é onde você poderá acessar a tecnologia como usuário e onde grande parte das experiências estará disponível. Os usuários do Quest, por exemplo, podem acessar o metaverso por meio de aplicativos sociais de realidade virtual como o Horizon Worlds. Aplicativos e experiências darão suporte à capacidade dos criadores de desenvolver uma infinidade de espaços.

O tema comum nesses andares é a interoperabilidade. Essa interoperabilidade não é absoluta. Mas sem um grau significativo de interoperabilidade embutido em cada andar, o metaverso se tornará fragmentado e dividido em silos, cada um impenetrável e separado do outro.


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Sobre o Autor(a)
Jornalista, sonhadora e apaixonada por contar história de pessoas para pessoas. Além de ser extremamente curiosa, meu entretenimento é adquirir conhecimento. Atualmente sou graduada em jornalismo com inglês avançado e muitos sonhos, além de atuar, em tempo integral, em um plano infalível de me aperfeiçoar e crescer cada vez mais :)

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