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Ataque Hacker ou Serviço fora do ar

Pesquisa aponta aumento de ataques cibernéticos em indústrias da América Latina em 2022. Saiba mais

Empresas da área da Saúde, Energia Eletétrica e até instituições do governo estão entre os principais alvos

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De acordo com a pesquisa Industrial Internet Security Trend Report os ataques cibernéticos a indústrias da América Latina vão aumentar em 2022. O estudo foi elaborado pela empresa de segurança cibernética NSFOCUS.

Segundo a empresa, o número de vulnerabilidade dos Sistemas de Controle Industrial (ICS) está aumentando a cada ano. Além disso, os dados apontam que produtos de grandes fornecedores são os que mais têm atraído atenção dos hackers.

A fins de comparação, o número de ataquem em 2021 foi 43% maior se comparado ao de 2020, por exemplo. Os principais alvos desses ataques cibernéticos são empresas nos setores de Energia elétrica, Aeroespacial, Petroqímica, Saúde, além de instituições do governo.

A pesquisa ainda alerta que o ransomware é o ataque mais usado, demonstrando uma maior agressividade dos criminosos. Em 2021, 59,3% dos ataques eram ransomware, que pressupõe o sequestro de dados. Outros, 10,1% eram de malware e 6,7% phishing.

Ministério da Saúde foi vítima de um ataque cibernético recentemente

Recentemente o Governo Brasileiro foi vítima de um ataque hacker, que afetou o sistema do Conect SUS, aplicativo que lista os dados referentes à pandemia de Covid 19 no Brasil. Somente após um mês, o funcionamento do sistema foi restaurado completamente.

De acordo com o Secretário Executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, nenhuma informação foi vazada.

“É importante deixar claro que não houve perda de informação e que não há apagão de dados. As informações existem e o Ministério continuou recebendo e divulgando dados durante esse período, especialmente os da pandemia. Essas informações foram e continuam sendo disponibilizadas de fácil acesso no nosso site através dos nossos boletins informativos e boletins epidemiológicos”, disse.

Na época, o grupo Lasus$ Group assumiu a autoria do ataque. Os dados disponíveis no site do Ministério da Saúde teriam sido copiados e excluídos pelos hackers.

Segundo apontou uma investigação da Polícia Federal, o que ocorreu não foi um ransomware, mas um redirecionamento de DNS. Assim, o domínio saude.gov.br e os domínios de outros serviços do Ministério da Saúde, como conectesus.saude.gov.br foram redirecionados para uma página de defacing – isto é, uma página que substitui a original pela mensagem do grupo hacker.


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Sobre o Autor(a)
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