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Metaverso e Web 3.0: especialistas avaliam como esses dois conceitos se relacionam. Confira

Os termos têm chamado atenção em meio as tendências que devem ditar o futuro da internet

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Em meio às inovações tecnológicas que vêm ocorrendo, dois termos têm chamado a atenção sobre as tendências que devem ditar o futuro da internet: Web 3.0 e metaverso. Mas, qual a ligação entre esses dois conceitos?

Enquanto o conceito de Web 3.0 está relacionado à nova versão da Web e traz a proposta de descentralizar dados e conteúdos, o metaverso tem uma concepção um pouco mais complexa.

A Meta (antigo Facebook) foi a pioneira em levantar a discussão sobre o metaverso. Inclusive, a empresa modificou seu nome, fazendo alusão ao que acredita ser a próxima evolução das tecnologias sociais.

O metaverso chega para integrar, como nunca visto anteriormente, os mundos físico e digital. Dessa forma, será possível projetar experiências online em um espaço físico, por exemplo. Recursos como realidade virtual e aumentada são explorados para dar vida a essa tecnologia.

Ou seja, “o metaverso criará a sensação de presença física, mesmo que as pessoas estejam em diferentes partes do mundo”, conforme explicou a empresa.

Meta: de que forma Realidade Virtual está mudando o futuro do trabalho
Metaverso ainda é visto com ceticismo no mercado (Banco de Imagens/Reprodução)

Especialistas apontam que o metaverso não depende da Web 3.0 para acontecer

Para entender melhor qual a relação entre Web 3.0 e metaverso, a reportagem do Programadores Brasil conversou com dois especialistas no assunto. Jefferson Costa, gerente de Sistemas do Grupo Crowe Macro, ressaltou que essas tecnologias se relacionam, principalmente, por meio das criptomoedas e do Blockchain.

“Elas não devem se desenvolver em conjunto, porém vão se integrando conforme a suas evoluções com o objetivo interligado do usuário ter o controle e privacidade total do que está acessando e armazenando, através do metaverso ou navegação web”, detalhou.

Já Almir Neves, fundador da Hubkn, destacou que o metaverso não depende, necessariamente, da Web 3.0 para operar. Mas, a tecnologia que, basicamente, criará uma extensão do mundo real no virtual, ainda enfrenta muitos desafios técnicos e ceticismo.

A própria Meta reconhece tais desafios. Inclusive, já afirmou que “para construção do metaverso, será necessário o apoio de especialistas nos governos e indústria; e pesquisadores, além da comunidade dos Direitos Humanos e Civis, com o objetivo de assegurar que essas tecnologias sejam inclusivas”.

Porém, Neves ponderou: “a evolução dos mundos virtuais e de novas formas de interação já foram tentadas, sem grande sucesso, e hoje apenas games conseguem trazer um gostinho de metaverso.”

Neves ainda alertou que esses são campos de trabalho quentes “com novas tecnologias, investimentos bilionários e sedento por talentos”.


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Sobre o Autor(a)
Jornalista e redatora, com experiência em SEO e Webwriting. Extremamente curiosa, gosto de explorar diferentes assuntos e vivenciar novas experiências. Nascida na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro e apaixonada por escrita, literatura e por boas histórias.

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