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Fintechs de crédito e autorizadas pelo Banco Central auxiliam na diversificação do mercado financeiro brasileiro. Veja

Ao todo, 74 fintechs de créditos foram autorizadas a atuar no país desde 2018

2 Minutos de Leitura

O mercado de fintechs brasileiro cresceu em 2021, conforme divulgou o Banco Central. Segundo a instituição, 74 fintechs de crédito têm funcionamento autorizado e regulamentado no BC para atuar no país.

As instituições estão divididas em duas categorias. A primeira delas são as Sociedades de Crédito Direto (SCD), que realizam operações de crédito com recursos próprios e prestam serviços adicionais a outras instituições financeiras e não financeiras.

Ou seja, análise e cobrança de crédito para terceiros, emissão de moeda e de cartão de crédito e revenda de seguros.

Nessa primeira categoria, estão autorizadas a operar no Brasil 64 fintechs. Assim, para a segunda categoria: Sociedades de Empréstimo entre Pessoas, estão autorizadas 10 fintechs. Nela, as negociações entre credores e devedores são feitas diretamente em plataforma eletrônica.

Banco Central
Banco Central trabalha ações para trazer mais inovação ao mercado financeiro brasileiro (Foto: Agência Brasil)

Fintechs de crédito ajudam a trazer mais diversidade para o mercado financeiro brasileiro

De acordo com avaliação do BC, a evolução e digitalização dos serviços financeiros traz mais diversidade de opções para os usuários.

“As sociedades de Crédito Direto e de Empréstimo entre Pessoas foram regulamentadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) tendo como propósito maior fomentar a competitividade no mercado de crédito nacional, buscando melhorar o acesso, especialmente, aos micros e pequenos empresários, que são o público-alvo de muitas dessas instituições”, explicou Antônio Guimarães chefe de subunidade no Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor) do Banco Central.

Além de mais inovação, as fintechs apresentam outros benefícios, por exemplo:

  • Aumento da eficiência e concorrência no mercado de crédito;
  • Rapidez e celeridade nas transações;
  • Diminuição da burocracia no acesso ao crédito; e
  • Criação de condições para redução do custo do crédito.

Ainda segundo o BC, a autorização das fintechs de crédito está de acordo com as ações de incentivo à inovação empreendidas pelo banco. Além disso, outros projetos compõem essas ações, como o Sandbox Regulatório e Open Banking.

“Elas possuem potencial para reduzir o custo do crédito e aumentar o acesso da população ao Sistema Financeiro Nacional (SFN), como prevê a Agenda BC”, destacou Guimarães.


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