Entenda o que é a Web 3.0 e como ela vai mudar a internet como a conhecemos
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Entenda o que é a Web 3.0 e como ela vai mudar a internet como a conhecemos

O Programadores Brasil trouxe dois especialistas no assunto, para que possamos entender essa nova revolução

2 Minutos de Leitura

Já ouviu falar em Web 3.0? Sabe o que esse termo significa e o que ele representa? Em geral, a nova versão da Web se dá como uma nova era da internet e chega com a proposta de descentralizar os dados e conteúdos gerados por usuários. Além de adicionar os registros distribuídos em blockchains.

Além disso, como toda novidade e revolução tecnológica, esta também promete mudar a forma como vivemos e nos relacionamos com a Rede. Por isso, o time do Programadores Brasil entrou em contato com dois especialistas no assunto. O objetivo é entender tim tim por tim tim dessa nova revolução. Confira!

Web 3.0

Para entender o futuro, precisamos conhecer o passado

Para falar sobre a WEB 3.0 precisamos entender as duas Web’s anteriores. A WEB 1.0 surgiu com os primeiros navegadores de internet. Eles funcionavam mais para leitores de conteúdo e não tinham interação com o usuário. Dessa forma, era uma via de mão única, onde os provedores enviavam as informações para os leitores que consumiam os conteúdos.

Já a WEB 2.0 foi a evolução para a via de mão dupla. Ou seja, o usuário pode consumir o conteúdo da rede e também mandar informações para o servidor, interagindo na página. Um grande exemplo disso são as redes sociais.

Diferenças e características da Web 3.0

De acordo com Jefferson Costa, gerente de sistemas do Grupo Crowe Macro, oitava rede mundial nas áreas de auditoria e consultoria, a Web 3.0 não é só uma evolução do conceito de web, mas também uma redefinição, onde teremos uma descentralização dos dados que ficam armazenados com as grandes empresas.

“A principal inovação dessas redes é a criação de plataformas onde nenhuma entidade central controla, mas que são extremamente seguras e confiáveis. A ideia principal é dar mais protagonismo, privacidade e controle aos usuários. Ela vem para resolver o maior problema gerado pela Web 2.0: a coleta de dados pessoais por redes privadas, que são vendidos a anunciantes ou até mesmo atacados por hackers”, afirmou Costa.

Dessa forma, uma das principais características dessa nova configuração de rede é a utilização de softwares com código aberto, uma rede será confiável e auditável permitindo que os usuários interajam da forma que quiserem, de forma pública ou privada. Portanto, os usuários poderão participar das novas plataformas e usar os novos protocolos sem precisar de autorização.

O que vai mudar com a chegada da nova geração de internet?

Para Almir Neves, fundador da Hubkn, este conceito ainda está se iniciando. Entretanto, diversas startups mundo afora estão buscando definir o padrão da Web 3.0.

“Hoje estamos no HTTPS e o destaque vem sendo na construção de redes em padrão ethereum, que devem despontar em campos como finanças descentralizadas e criptomedas”, pontuou ele.

Neves acredita que, no final das contas, as grandes mudanças virão na questão da liberdade do usuário. “Espera-se então que a web 3.0, que ainda nem existe na realidade, seja essa plataforma de liberdade e redes mais privadas e seguras nos próximos anos usando as novas tecnologias que vêm sendo implementadas como o 5G”, destacou o fundador da Hubkn.


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Sobre o Autor(a)
Jornalista, sonhadora e apaixonada por contar história de pessoas para pessoas. Além de ser extremamente curiosa, meu entretenimento é adquirir conhecimento. Atualmente sou graduada em jornalismo com inglês avançado e muitos sonhos, além de atuar, em tempo integral, em um plano infalível de me aperfeiçoar e crescer cada vez mais :)

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