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MPRJ utilizará realidade virtual para auxiliar na reconstituição de crimes. Saiba mais

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Ministério destacou que tecnologia não substituirá o trabalho dos peritos

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) utilizará realidade virtual na investigação e reconstrução de cenas de crimes ou acidentes. O objetivo é auxiliar nas investigações e não substituir os peritos.

Isso porque para funcionar da maneira correta, o equipamento precisa ser utilizado no local do crime, para coletar as informações do ambiente físico e transferi-las para o virtual.

” No entanto, ao preservar a cena em ambiente virtual, os investigadores e peritos técnicos podem retornar à cena quantas vezes quiserem para trabalhar as diferentes hipóteses e confrontar versões sobre os acontecimentos, esclarecendo divergências”, destacou o ministério.

Para transferir a cena do crime para um ambiente virtual, o MPRJ contará com um scanner a laser, capaz de recriar em detalhes qualquer ambiente. O aparelho tem mapeamento em 360º, ou seja, possibilita uma imersão em realidade virtual nos locais.

Veja também: Metaverso: de que forma Realidade Virtual está mudando o futuro do trabalho

Recurso de realidade virtual auxiliará MPRJ a comparar depoimentos e analisar demais informações

Além disso, o ministério adquiriu óculos de realidade aumentada, que auxiliar nas operações. Com os dispositivos, é possível percorrer os locais e avaliar diferentes pontos de vista dos envolvidos nos crimes.

“É uma importante ferramenta para o trabalho do Ministério Público com inegável retorno para toda a sociedade e para o Juízo, que vai poder formar seu convencimento com uma reprodução simulada de melhor qualidade visual, através da experiência de imersão naquele cenário delituoso reconstituído”, destacou Eduardo Campos, coordenador de Segurança e Inteligência do MPRJ.

A reconstrução em realidade virtual também se baseará em parecer técnico, além de laudo pericial oficial de reprodução simulada, depoimentos e outras informações. Esses dados passarão por análise em softwares forenses, destinados a mediações, verificação de trajetória de projéteis e outros recursos, conforme destacou o ministério.

“A linguagem virtual nos coloca no local que as pessoas relatam no inquérito. Essa experiência traz uma visão completamente diferente do que pode ser a investigação no futuro. Isso coloca o MPRJ à frente em todo o país, trazendo algo verdadeiramente inédito”, disse a diretora da DEDIT/MPRJ, Maria do Carmo Gargaglione.


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Sobre o Autor(a)
Letícia de Jesus, 20 e poucos anos. Jornalista e redatora web. Além da redação de conteúdos, flerto com o universo do Marketing Digital e Social Media.

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