Servidor público furta energia elétrica do trabalho para minerar Bitcoin em maquinários escondidos. Entenda o caso  - Programadores Brasil
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Servidor público furta energia elétrica do trabalho para minerar Bitcoin em maquinários escondidos. Entenda o caso 

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Um servidor público de Suffolk (Virgínia, EUA), foi acusado de furtar energia de seu local de trabalho para minerar Bitcoin. A informação foi publicada pelo site NBC New York, que revelou o homem como sendo Christopher Naples, de 42 anos, supervisor na área de Tecnologia da informação. Segundo a reportagem, ele trabalhava no condado há cerca de 21 anos, e deu prejuízo de pelo menos US$ 6 mil (R$ 31.600), só em contas de eletricidade.

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Servidor público furta energia elétrica do trabalho para minerar Bitcoin em maquinários escondidos. (Imagem: Shutterstock)

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Para esclarecer, o caso só foi descoberto depois que colegas de trabalho começaram a sentir o aumento repentino da temperatura ambiente em algumas salas e levaram o caso às autoridades. Então, após realizarem uma vistoria, foram encontrados 46 dispositivos de mineração escondidos embaixo do assoalho de seis cômodos do escritório.

Portanto, Naples teve que ser afastado do cargo e em seguida chegou a ser preso, mas depois disso foi liberado sob fiança por confessar a autoria dos fatos. Agora, ele terá que responder por crimes de furto, invasão de computador, má conduta oficial e corrupção pública, segundo apurou o The New York Times. No entanto, se for condenado, poderá pegar até 15 anos de prisão.

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Então, o promotor do caso, Timothy D. Sini explicou que os crimes que Naples cometeu não só custaram ”milhares de dólares do contribuinte” como também acabou colocando a infraestrutura do condado de Suffolk em risco, uma vez que os equipamentos estavam escondidos em salas de servidores.

Autoridades norte-americanas apreendem dispositivos para minerar Bitcoin. (Imagem: NBC New York/Reprodução)

Riscos de minerar Bitcoin

Para esclarecer, o principal problema nisso tudo é a emissão de calor que o processo de minerar Bitcoin provoca, o que pode superaquecer e prejudicar o funcionamento ideal de outros equipamentos importantes, além do alto gasto com energia elétrica. Segundo Sino, depois que o maquinário foi desligado, a temperatura ambiente do escritório chegou a cair 6,6°C.

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Mas, ainda que a investigação não tenha definido o prejuízo total que Naples deu, é provável que o valor tenha sido bem alto, já que pelo menos 25% dos equipamentos funcionavam desde fevereiro. No entanto, as autoridades não disseram o rendimento que o servidor estava tendo ao minerar Bitcoin.


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