Grupo de hackers rouba mais de R$ 3 bilhões em criptomoedas, e torna-se o maior "assalto" da história no mercado de moedas digitais. Entenda - Programadores Brasil
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Grupo de hackers rouba mais de R$ 3 bilhões em criptomoedas, e torna-se o maior “assalto” da história no mercado de moedas digitais. Entenda

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Um grupo de hackers invadiu a plataforma Poly Network para desviar mais de US$ 600 milhões (cerca de R$ 3 bilhões, na conversão direta) em criptomoedas. A nota sobre o ataque foi compartilhada pelo Twitter da empresa, na última terça-feira (10), e até agora está sendo considerado o maior roubo da história no mercado de moedas digitais.

Grupo de hackers rouba mais de R$ 3 bilhões em criptomoedas, e torna-se o maior “assalto” da história no mercado de moedas digitais. (Imagem: Pexels/RODNAE Productions/Reprodução)

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Segundo noticiado pela Forbes, os endereços de carteira de criptomoeda divulgados pela plataforma Poly mostram que 2.858 tokes de ethereum foram transferidos, o que equivale a cerca de US$ 267 milhões; além de 6.610 moedas binance equivalentes a mais de US$ 252 milhões; e aproximadamente US$ 85 milhões em tokens de USDC.

Este roubo supera, portanto, o desvio de US$ 460 milhões da criptocorretora Mt. Gox, que aconteceu em 2014. Na ocasião, os hackers levaram a empresa à falência e chegou a provocar um aumento de regulamentação no mercado das criptomoedas. No entanto, sobre este caso recente de invasão ainda não há muitos detalhes.

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Para esclarecer, a plataforma Poly Network tem como protocolo de funcionamento a interoperabilidade, a fim de facilitar a troca de tokens entre diferentes blockchains. Portanto, a empresa surgiu de uma parceria entre funcionários de diversas plataformas, como Neo, Ontology e Switcheo.

Tentando reduzir os danos

No entanto, para tentar reduzir os danos causados pelo ciberataque, a Poly Network divulgou uma lista de endereços com possíveis locais para onde as criptomoedas podem ter ido. Mas, a empresa também afirmou que vai entrar com ações legais contra o grupo de hackers para obter uma compensação financeira. O CEO da bolsa de criptomoedas Binance, Changpeng Zhao, tuitou que “fará o máximo que puder” para colaborar.

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Então, logo após o ataque, a empresa responsável pela 3ª maior moeda digital do mundo em capitalização de mercado, a Tether anunciou o congelamento de cerca de US$ 33 milhões em tokens USDT. Este valor estava associado ao suposto endereço de carteira do grupo de hackers.

Portanto, a firma de segurança SlowMist, que é baseada em Blockchain, também emitiu um aviso para informar que havia identificado algumas informações, como e-mail e endereço IP do dispositivo do invasor. Além disso, comunicou que estava trabalhando para rastrear mais pistas de identidade dos hackers.


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