Empresa de segurança descobre falha em chips da Qualcomm que pode comprometer a privacidade de usuários. - Programadores Brasil
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Empresa de segurança descobre falha em chips da Qualcomm que pode comprometer a privacidade de usuários.

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Pesquisadores de uma empresa de segurança descobriram uma falha em chips da Qualcomm que permite aplicativos burlarem as restrições de segurança no Android. Como resultado, apps poderiam gravar chamadas e ter acesso à câmera dos usuários. Entenda.

A empresa de cibersegurança Check Point publicou um relatório que aponta uma grave falha em chips da Qualcomm, marca que equipa alguns dos smartphones mais potentes do mercado.

De acordo com os documentos técnicos, a brecha de segurança permite que um aplicativo burle as restrições de acesso no Android e acesse diretamente o processador. A saber, esta peça se comunica com a rede de telefonia e sensores do smartphone. Isso significa, portanto, que um malware poderia gravar ligações de um usuário ou até mesmo acessar a câmera do celular.

A falha em chips da Qualcomm, que, a propósito, inclui o snapdragon 888, torna os principais smartphones Android de grandes marcas do mercado vulneráveis. Assim, a lista de fabricantes que usam processadores onde a falha foi identificada conta com Samsung, ASUS, Xiaomi, Pixel, OnePlus, Sony, HTC e outras.

De acordo com dados do Counterpoint, cerca de 30% dos celulares usam chips que possuem a falha apontada.

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Qual a correção para a falha em chips da Qualcomm ?

Falha em chips da Qualcomm

Apesar de localizar a brecha na segurança, felizmente, a Check Point informa que não identificou ataques que já se utilizem do problema.

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A Qualcomm repassa atualizações regularmente para as fabricantes. Por isso, é importante conferir se o seu smartphone ainda recebe atualizações de segurança [Isso geralmente acontece por até 2 anos após o lançamento do aparelho.]

Ademais, é difícil para um usuário identificar se o smartphone já recebeu uma correção para esta falha em chips da Qualcomm. Assim, atualize o sistema do seu smartphone sempre que poder.

Com informações: G1


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