Comissão com FBI e Europol cobra EUA por regras mais duras no combate aos ataques ransomware. Entenda - Programadores Brasil
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Comissão com FBI e Europol cobra EUA por regras mais duras no combate aos ataques ransomware. Entenda

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Uma comissão formada por FBI, Europol e outras mais de 60 organizações públicas e privadas está pressionando o governo dos EUA para endurecer fiscalização de exchanges de criptomoedas no combate aos ataques ransomware no país. Entenda.

Um grupo composto por importantes instituições se reuniu em uma espécie de força tarefa para cobrar do governo dos Estados Unidos mais efetividade no combate aos ataques ransomware.

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As organizações públicas, FBI e Europol, são dois dos principais nomes que participam da comissão, bem como as empresas privadas Microsoft e Amazon, entre outras mais de 60 organizações. O grupo já estuda há três meses maneiras para mitigar o avanço da modalidade de crime cibernético.

A saber, o ransomware acontece quando hackers sequestram ou criptografam informações, por vezes bancos de dados inteiros, como aconteceu com o Superior Tribunal de Justiça brasileiro em Novembro de 2020.

Em seguida, os criminosos pedem resgates em troca da devolução dos sistemas, geralmente em criptomoedas e especialmente o Bitcoin.

Combate aos ataques ransomware

Assim, na última semana a força-tarefa publicou um relatório de 80 páginas que apresenta cinco recomendações essenciais para o combate aos ataques ransomware. Entre as reivindicações, a comissão pede que os EUA crie regras mais duras em relação aos criptoativos, como por exemplo uma maior supervisão das exchanges.

“Como é um setor relativamente novo, esses negócios de criptomoedas existem em um espectro de legitimidade, regulamentação e conformidade, e lidam com quantidades variáveis de transações com fundos ilícitos”, pondera um trecho do relatório.

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O grupo defende ainda que, apesar de já existir algum nível de normatização para estas corretoras, a fiscalização deve ser ainda maior do que a atual. Isso porque, de acordo com o texto, há exchanges distribuídas por estados do país com jurisdição menos rigorosa, o que torna a lavagem de dinheiro e saque de fundos ilegais mais fácil.

Com informações: Portal do Bitcoin


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