Pix: Banco Central descarta hipótese de que sistema de pagamento instantâneo seja interrompido por decisão do Governo Federal. Entenda - Programadores Brasil
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Pix: Banco Central descarta hipótese de que sistema de pagamento instantâneo seja interrompido por decisão do Governo Federal. Entenda

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O Banco Central terá que sofrer alguns cortes em seu orçamento devido ao descontrole das contas públicas frente ao teto de gastos. Portanto, sem verba suficiente, observadores do mercado financeiro começaram a especular que o Pix poderia ser um dos afetados pela decisão do Governo Federal. Mas, o BC já garantiu que não haverá interrupções no sistema de pagamento instantâneo.

Banco Central descarta hipótese de que Pix seja interrompido por decisão do Governo Federal. (Imagem: Pexels/Reprodução)

Por que o Pix seria afetado?

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Segundo os especialistas, por ser inteiramente processado pelo Banco Central, o Pix poderia ser o mais afetado com esses cortes orçamentários. Diferentemente, então, do DOC e do TED, que são feitos pelos sistemas de suas instituições bancárias. Portanto, estes não têm chance de serem impactados pela mudança.

BC descarta interrupção de Pix

Ao contrário do que as notícias estariam especulando sobre a “iminente interrupção” do sistema de pagamentos instantâneos, o BC descartou essa hipótese e garantiu que o novo orçamento será administrado de maneira a não prejudicar o Pix, nem sua agenda evolutiva. As informações foram publicadas pela Exame Invest.

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O Pix foi lançado em 2020 e, desde então, soma mais de R$ 278 bilhões distribuídos em mais de 393,6 milhões de transferências realizadas. Portanto, espera-se que o próximo passo seja internacionalizar o Pix para o exterior. Mas, o Banco Central ainda está analisando essa nova medida.

Banco Central garante que novo orçamento será administrado de maneira a não prejudicar o Pix, nem sua agenda evolutiva. (Imagem: Reprodução/Itaú)

Sobre os cortes de gastos

O Governo Federal precisou cortar outros gastos, como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que segundo opinião da jornalista econômica, Míriam Leitão, “são cortes indevidos em despesas discricionárias. A manobra do governo agora é colocar vários gastos acima do teto para não cortar as emendas, o fura-teto. Agiram da mesma forma com o IBGE, quando, com os cortes, impediram a realização do Censo”, disse.

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Por essas e outras atitudes tomadas pelo governo de Bolsonaro, é que acabou gerando a “confusão orçamentária” e as especulações sobre os próximos cortes, inclusive acerca do risco fiscal brasileiro. O fato é que se isso realmente acontecer, o dólar pode subir ainda mais, e gerar cada vez mais desconfiança sobre a relação do Brasil com suas contas à pagar.


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