Cientistas encontraram o DNA mais antigo do mundo em mamutes na Sibéria. Veja - Programadores Brasil
Ciência

Cientistas encontraram o DNA mais antigo do mundo em mamutes na Sibéria. Veja

2 Mins read
Cientistas sequenciaram o DNA mais antigo do mundo a partir de dentes de mamute na Sibéria. A descoberta está ajudando a decifrar a cadeia evolutiva da espécie. Entenda.
Um estudo publicado na revista Nature durante a última Quarta-feira (17) está trazendo luz ao processo de evolução dos mamutes – mamíferos gigantes, cujo os últimos exemplares foram extintos há cerca de 4.000 anos. Cientistas de 9 países descobriram o DNA mais antigo do mundo em dentes da espécie na Sibéria (Rússia).

Um estudo publicado na revista Nature durante a última Quarta-feira (17) está trazendo luz ao processo de evolução dos mamutes – mamíferos gigantes, cujo os últimos exemplares foram extintos há cerca de 4.000 anos. Cientistas de 9 países descobriram o DNA mais antigo do mundo em dentes da espécie na Sibéria, Rússia.

Veja também: [+] Carregadores para Samsung com super desconto na Amazon. Confira.

Estudiosos encontraram o material depositado sobre o permafrost [solo congelado] da região há mais de 50 anos.

Os 3 fósseis foram então levados para o Instituto Geológico da Academia Russa de Ciências, onde permaneceram até que, esta semana, um grupo de cientistas conseguissem sequenciar o DNA presente nos dentes molares dos 3 fósseis.

Krestovka – O DNA mais antigo do mundo

A análise rendeu a descoberta de uma terceira espécie de mamute que, até então, não sabia-se da existência.

Este exemplar mais antigo, de acordo com os cálculos feitos a partir do sequenciamento genético, tem cerca de 1,65 milhão de anos.

O mamute – dono do DNA mais antigo do mundo sequenciado até o momento, recebeu o nome Krestovka, em homenagem ao local onde foi encontrado.

Dna mais antigo do mundo
Fósseis do Krestovka

“Este DNA é incrivelmente antigo. As amostras são mil vezes mais antigas do que os vestígios de vikings e até anteriores à existência de humanos e neandertais”, diz o autor sênior Love Dalén, professor de genética evolutiva no Centro de Paleogenética de Estocolmo.

Os cientistas também descobriram que os outros dois fósseis, Adycha e Chukochya, possuem cerca de 1,34 milhão e 870 mil anos, respectivamente.

Após o estudo de várias partes do DNA dos animais, o grupo concluiu que Krestovka representa um elo na cadeia evolutiva da espécie.

Veja também: [+] Carregadores para Samsung com super desconto na Amazon. Confira.

“E eis que o mamute-columbiano, uma das espécies mais icônicas da Era do Gelo na América do Norte, é um híbrido entre o mamute-lanoso e o recém-descoberto mamute Krestovka”, explica Love Dalén.

Antes disso, o DNA mais antigo sequenciado era de um cavalo, com cerca de 500.000 a 700.000 anos de idade.

Com informações: G1 e UOL


Deixe o seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Continue Lendo

Inteligência artificial usada em plataforma de telemedicina ajuda a diagnosticar pacientes com Covid-19 e reduzir sobrecarga do SUS. Entenda

Mayflower: Navio-robô é projetado para recriar jornada histórica de 400 anos atrás pelo Atlântico. Saiba mais

NASA quer deixar o espaço “mais acessível” e pretende fazer duas novas missões privadas à estação espacial. Saiba mais

Cientistas utilizam corpo humano como “carregador sem fio” para alimentar dispositivos vestíveis. Entenda

Brasil entra para grupo de países integrantes do acordo espacial da NASA Artemis, que levará homem de volta à Lua. Entenda!

Nasa anuncia fase científica da Missão Mars 2020; Agora o Perseverance parte para coletar amostras em busca de vida

Pesquisadoras brasileiras desenvolvem tecnologia para detecção da COVID-19 pelo celular. Confira

Projeto criado por professora da China usa robôs para melhorar a socialização de crianças autistas. Entenda

SpaceX bate recorde mundial de lançamentos de foguete em sua 22ª missão espacial de reabastecimento para a ISS. Saiba mais

SpaceX transporta Falcon 9 SLC-4E para Califórnia, foguete que vai enviar satélites Starlink para órbitas polares. Confira