Peugeot-Citroen reduz produção de motores a diesel e amplia fabricação de elétricos. Saiba mais - Programadores Brasil
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Peugeot-Citroen reduz produção de motores a diesel e amplia fabricação de elétricos. Saiba mais

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A PSA Peugeot-Citroen anunciou uma importante transição na maior fábrica de motores a diesel do mundo. Situada em Trémery, na França, o grupo já iniciou a redução da produção de motores a combustão para ampliar a fabricação de modelos elétricos.

Peugeot-Citroen reduz produção de motores a diesel e amplia fabricação de elétricos. (Imagem: PSA Peugeot-Citroen /divulgação)

Com essa nova medida, a fábrica pretende produzir 180 mil unidades de motores elétricos ainda este ano. No longo prazo, o objetivo será fabricar 900 mil unidades por ano até 2025. Ao atingir a meta, a instalação terá desenvolvido mais motores elétricos do que a combustão.

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Diversos países da Europa já estão facilitando a compra de carros elétricos com leis de incentivo e redução de impostos, já que essa transição está ligada às novas legislações que devem proibir a venda de automóveis com motor a diesel até a próxima década.

Para isso, diversas montadoras precisão se readaptar às mudanças, gradualmente, como a que está acontecendo na instalação da PSA na França. Só assim elas poderão construir modelos de motores em conformidade com as necessidades do mercado.

“Há alguns anos tomamos a decisão de investir na transição energética e flexibilizar nossas fábricas. A instalação em Trémery é um grande exemplo dessa mudança”, declarou Yann Vincent, vice-presidente executivo e diretor industrial da PSA.

Lado negativo

Instalação da PSA Peugeot-Citroen em Trémery, na França. (Imagem: PSA Peugeot-Citroen/Divulgação)

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Embora essas grandes mudanças sejam vantajosas por um lado, infelizmente a transição tem a desvantagem de colocar empregos em risco. Isso porque, diferentemente dos elétricos, os motores a combustão são mais complexos e exigem mais mão-de-obra durante o processo de produção.

Mas, como essa mudança será gradual não irá promover demissões em massa. Nesse caso, os trabalhadores que forem se aposentando ao longo dos próximos anos apenas não serão substituídos por novos funcionários no chão da fábrica, é o que apontam os representantes sindicais.


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